Dezembro 2, 2020

CineEco: ‘Coros do Anoitecer’ vence Grande Prémio CineEco 2017

Coros do Anoitecer

O documentário italiano Coros do Anoitecer, de Nika Saravanja e Alessandro D’Emilia, foi o vencedor do Grade Prémio CineEco 2017, na categoria de competição internacional de longas metragens. Rio Azul: Pode a Moda Salvar o Planeta, de David McIlvride, Roger Williams, obteve uma menção honrosa.

Coros do Anoitecer é um excitante e surpreendente registo sobre as experiências do sonoplasta e compositor eco-acústico David Monarch, apontando para alguns dos perigos da extinção das espécies, num valor que a comunidade de biólogos aponta como sendo entre 100 a 1000 vezes maior do que seria natural. Um estudo tão apurado e detalhado no tema bem como no rigor da sua execução é um justíssimo vencedor. Há 15 anos atrás, recordo um ambiente sonoro muito mais complexo, com outro equilíbrio, diz ao observar o tecido sonoro na selva Amazónia, antes de propor algumas sonoridades que captou em diversos locais do mundo. Seguramente arrebatador e avassaladora a energia sonora do gráfico sonoro que permite um concerto insólito da plateia que acompanha a sua rica apresentação em conferência. Precioso.

Palmarés CineEco 2017

Competição Internacional Longas-Metragens

Grande Prémio CineEco 2017

Coros do Anoitecer (Dusk Chorus), de Nika Saravanja e Alessandro D’Emilia, com David Monarch, (Italy), 2016, 75’

Prémio Antropologia Ambiental _ Liberty Seguros

Como Deixar o Mundo Seguir em Frente e Amar Todas as Coisas que o Clima não Pode Mudar? (How to Let Go of the World and Love All The Things Climate Can’t Change?), deJosh Fox, (EUA), 2016, 127’

Prémio Educação Ambiental _ Associação Mares Navegados

Perseguindo Corais (Chasing Corals), de Jeff Orlowski (EUA), 2017, 93’

Menção Honrosa

Rio Azul: Pode a Moda Salvar o Planeta? (Riverblue: Can Fashion Save the Planet?), deDavid McIlvride, Roger Williams (Canada), 2016, 95’

Competição de Curtas-Metragens Internacionais, Documentários e Reportagens para Televisão

Prémio Internacional de Curtas-Metragens _ Turistrela

Sob o Véu da Vida Oceânica (Unravelling the Ocean’s Veil), de Quico Meirelles (Brazil), 2017, 9’

Menções Honrosas:

Film Cego (Blind Film), de Jae Hyung Oh (Corea do Sul), 2016, 7’

Coração Limpo (Clean Heart), de Dina (Rússia), 2017, 2’

Prémio Internacional Água _ Comissariado Português para o Fórum Mundial da Água – Brasília 2018

O Fim da Neve (The End of Snow), de Morgan Heim (EUA), 2016, 20’35’’

Prémio  Documentários e Reportagens para Televisão _ Casas do Vidoeiro

Monopólio dos Oceanos (Oceans Monopoly), de Alexander Lahl, Max Mönch (Alemanha), 2016, 52’, ZDF/ARTE

Menção Honrosa:

Longyearbyen, Um Cidade Bipolar (Longyearbyen, Ville Bipolaire), de Manuel Deiller, (França), 2016, 56’

Competição de Filmes de Língua Portuguesa

Grande Prémio Lusofonia / Camacho Costa

Baía Urbana (Urban Bay), de Ricardo Gomes, (Brasil), 2017, 73’

Prémio Panorama Regional / Casa da Passarella:

Criados Na Serra (Raised In The Mountains), de Maria Inês Santos Mesquita, (Portugal), 2016, 10’46’’

Menção Honrosa:

Nyo Vweta Nafta, de Ico Costa (Portugal), 2017, 20’

Prémio Júri da Juventude

Grande Prémio da Juventude:

Como Deixar o Mundo Seguir em Frente e Amar Todas as Coisas que o Clima não Pode Mudar? (How to Let Go of the World and Love All The Things Climate Can’t Change?), de Josh Fox, (EUA), 2016, 127’

Menções Honrosas:

Rio Azul: Pode a Moda Salvar o Planeta? (Riverblue: Can Fashion Save the Planet?), de David McIlvride, Roger Williams (Canadá), 2016, 95’

Hamoun Outra Vez (Once Hamoun), de Mohammad Ehsani (Irão), 2016, 35’

Plantae, de Guilherme Gehr (Brasil), 2017, 10’25’’

Criados Na Serra (Raised In The Mountains), de Maria Inês Santos Mesquita, (Portugal), 2016, 10’46’’

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