Outubro 1, 2020

Medeia: Mizoguchi continua e Wenders regressa

O Conto dos Crisantemos Tardios

A Medeia Filmes irá prolongar o ciclo do genial cineasta japonês Kenji Mizoguchi. Dois meses depois, entramos na derradeira fase desta mostra com a apresentação de Festa em Gion (1953), O Intendente Sansho (1954) e O Conto dos Crisântemos Tardios (1939), que estarão em exibição até ao dia 21 de junho.

Mizoguchi irá também ser celebrado no festival internacional de cinema de Karlovy Vary, entre 30 de junho e 8 de julho. O realizador que é dos mais icónicos da história do cinema foi escolhido acima dos seus compatriotas Akira Kurosawa and Yasujirō Ozu, pela sua importância na história cinematográfica japonesa. Diversos realizadores citam-no como uma das suas influências na forma de fazer filmes, desde Orson Wells a Godard é impossível não notar a influência que ele teve no cinema.

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Além dos filmes de Mizoguchi o festival irá também ter um documentário sobre ele, Kenji Mizoguchi: The Life of a Film Director (1975) realizado por Kaneto Shindô onde será possível observar as suas características e o seu crescimento enquanto director, uma luz específica, imagens dotadas de uma beleza cativante e soberba ou a forma como nos ligamos emocionalmente às personagens. É tema recorrente nos filmes dele uma mulher que sofre seja ao lado de um homem ou por um homem, além de estar muito presente o sacrifício feminino.

Em Agosto a Medeia filmes retoma o ciclo de Wim Wenders.

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A programação apresentará Tokyo Ga (1985), A Angústia do Guarda-Redes no Momento do Penalti (1972), Movimento em Falso (1975), Buena Vista Social Club (1999), Ao correr do Tempo (1976) e Notas Sobre Moda e Cidades (1989).

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